quinta-feira, dezembro 14, 2017

"OS CÃES LADRAM, MAS A CARAVANA PASSA"...

PARTICIPANTES DA CIMEIRA DA "ORGANIZAÇÃO DA
COOPERAÇÃO ISLÂMICA" REALIZADA EM ISTAMBUL
Na cimeira extraordinária da "Organização de Cooperação Islâmica" terminada ontem em Istambul, muitos líderes de países árabes e de maioria muçulmana condenaram veementemente a recente decisão da administração norte-americana em reconhecer Jerusalém como capital do estado judaico.
E, como seria de esperar, os líderes dos 57 países ali representados, afirmaram a habitual verborreia: "O mundo deve reconhecer o estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital."
No comunicado final da cimeira da OIC foi também pedido às Nações Unidas para "acabar a ocupação israelita" e garantido que a organização continuará a "defender uma solução justa e um plano completo baseado na solução de 2 estados."

NENHUMA CREDIBILIDADE
Mas, nenhum dos membros desta cambada de anti-democratas tem qualquer tipo de credibilidade, a começar pelo próprio anfitrião, o presidente turco Erdogan, reconhecido tirano e autor de tremendas injustiças e crueldades no seu próprio país. A começar por ele, nenhum dos líderes ali reunidos tem qualquer lição a dar ao mundo civilizado, muito menos a Israel, a única democracia existente em todo o Médio Oriente.
Claro que Erdogan, à boa maneira de um cão raivoso, não deixou de esgrimir a sua raiva contra um país muito mais avançado do que o dele, chamando a Israel "estado terrorista." O presidente turco não se cansou de condenar os EUA e de apresentar algumas propostas pró-palestinianas.
Mas não cumpriu a sua ameaça de romper relações com Israel...

O TEIMOSO ABBAS
Outra "vedeta" desta reunião de malfeitores foi o presidente da Autoridade Palestiniana, o mais que descredibilizado Mahmoud Abbas, que ameaçou anular todos os acordos de Oslo, insistindo que não aceita mais os EUA como um parceiro de confiança nas conversações de paz.
E mais uma vez anunciou que irá tentar conseguir membresia de pleno direito para um suposto estado da "Palestina" junto às Nações Unidas. Já o tentou no passado, mas falhou. Mas prometeu voltar à carga.

ESFORÇOS INÚTEIS
Mas toda a gente de bom senso sabe bem que de nada vale a Mahmoud Abbas tentar membresia do seu utópico estado palestiniano, uma vez que para tal proposta ir avante, terá de primeiramente passar pelo Conselho de Segurança da ONU, onde vai esbarrar com o mais que certo veto dos Estados Unidos, os únicos verdadeiros amigos de Israel ali representados.
Mesmo na Assembleia Geral da ONU, onde os palestinianos têm a seu favor a maioria, nada será alterado da actual condição dos palestinianos naquela organização mundial. A AG da ONU até pode passar as resoluções que entender, mas daí até serem implementadas é outra história. 
É que a suposta "Palestina" nem sequer é reconhecida como estado membro da ONU...
Mudar o papel de mediador dos EUA para as mãos da ONU de nada vai adiantar aos sonhadores palestinianos. 

CONDENAÇÃO DOS EUA
No comunicado final desta reunião de ditadores e desrespeitadores dos direitos humanos, os EUA foram criticados pela decisão de reconhecerem Jerusalém como capital de Israel, constituindo, segundo eles, "uma clara deserção...do seu papel como parceiro nas conversações de paz."
Mas, para além do boicote à visita do vice-presidente norte-americano Mike Pence, aos territórios sob administração palestiniana, os palestinianos sabem muito bem que nunca se conseguirá reunir as duas partes sem a presença e envolvimento dos EUA...
A própria hipócrita União Europeia, pronta a condenar os EUA pela sua corajosa decisão, já afirmou na passada Segunda-Feira, quando da reunião dos seus ministros com o primeiro-ministro israelita, em Bruxelas, que não é possível haver um recomeço das conversações sem a presença dos EUA.

Enfim, como seria de esperar, as conclusões deste encontro de malfeitores são mais do mesmo, mais retórica, mais ameaças, mais ruído, mas não passará disso.
Tal como reza o ditado: "Os cães ladram, mas a caravana passa."

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 13, 2017

POLÍCIA ISRAELITA DETÉM 367 PALESTINIANOS ILEGAIS E APREENDE ARMAS DESTINADAS A GRUPOS TERRORISTAS

Cerca de 1.000 polícias israelitas participaram hoje numa operação de "limpeza" no território de Israel e que levou à detenção de 367 palestinianos que estavam a viver ilegalmente em Israel.
Para além dos indivíduos em si, a polícia conseguiu também apreender armamento que se encontrava nas mãos destes palestinianos e que se destinava a grupos terroristas. 
Pelo menos 3 armas de fogo, 55 bombas de gás, e ainda outras bombas de maior dimensão.
38 destes palestinianos detidos eram oriundos da Faixa de Gaza. Outros 29 foram detidos por alegadamente providenciarem transporte e alojamento aos residentes ilegais.

DETIDOS 3 TERRORISTAS QUE PLANEAVAM SEQUESTRAR UM CIDADÃO ISRAELITA
As forças de segurança do Shin Bet, numa operação conjunta com a polícia israelita e as Forças de Defesa de Israel, apanharam e desmantelaram uma rede de 3 terroristas ligados ao Hamas na aldeia de Tell, perto de Nablus, e que planeavam sequestrar um militar ou um civil israelita durante as celebrações festivas do Hanukkah, que ontem começaram.
O israelita sequestrado seria depois usado como moeda de troca para a libertação de vários terroristas das prisões israelitas.
Várias armas foram apreendidas a esta célula do Hamas, agora a prestar contas à justiça israelita.

Shalom,. Israel!


terça-feira, dezembro 12, 2017

FELIZ FESTA DO HANUKKAH!

Inicia-se hoje a Festa de Hanukkah!

QUE A LUZ DO MUNDO INFLAME O SEU CORAÇÃO NESTA FESTA DE HANUKKAH, A FESTA DAS LUZES!

YESHOUA (JESUS) É A NOSSA LUZ!



"E em Jerusalém havia a Festa de Hanukkah (Festa da Dedicação), e era Inverno.
E Jesus andava passeando no Templo, no alpendre de Salomão."
- Evangelho de João 12:22 e 23.

Shalom!

segunda-feira, dezembro 11, 2017

"O RECONHECIMENTO DA REALIDADE É A SUBSTÂNCIA DA PAZ, A BASE DA PAZ" - AFIRMOU ESTA MANHÃ NETANYAHU AO LÍDERES EUROPEUS

Num pequeno-almoço informal realizado esta manhã com os ministros dos negócios estrangeiros da União Europeia, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu elogiou o reconhecimento de Jerusalém como capital do estado de Israel pelo presidente norte-americano Donald Trump, acrescentando esperar ver os europeus a seguirem o exemplo.
Mesmo antes do pequeno-almoço, Netanyahu afirmou que esta decisão de Trump, 
condenada pelos palestinianos e pelos governos europeus, irá contribuir para a paz no Médio Oriente.
"Ela torna possível a paz, uma vez que o reconhecimento da realidade é a substância da paz, a base da paz" - afirmou aos repórteres, quando cumprimentava a chefe da diplomacia europeia, a romana Federica Mogherini.
E, conforme lhe é habitual, Netanyahu não fala com meias palavras, nem esconde segundas intenções: "É tempo de os palestinianos reconhecerem o estado judaico e também o facto de que ele tem uma capital. Ela chama-se Jerusalém."

E acrescentou: "Acredito que apesar de ainda não estarmos de acordo, é isso que irá acontecer no futuro. Acredito que todos, ou a maioria dos países europeus deslocarão as suas embaixadas para Jerusalém, reconhecerão Jerusalém como capital de Israel e se envolverão robustamente connosco para a segurança, prosperidade e paz."

A EUROPA EM DÍVIDA PARA COM ISRAEL
O líder israelita sublinhou as parcerias entre o seu país e Israel, lembrando que a troca de informações secretas tem permitido a prevenção de ataques terroristas na Europa, ao mesmo tempo que o papel que Israel exerce na segurança do Médio Oriente tem impedido o avanço do Daesh na região.
Netanyahu salientou ainda o contributo de Israel nas novas tecnologias. 

O DOENTIO ANTAGONISMO EUROPEU
Tal como é habitual nos governos europeus, o antagonismo às resoluções soberanas do estado de Israel é latente, especialmente no não reconhecimento das fronteiras estabelecidas pelo estado judaico depois da sua vitória na Guerra dos Seis Dias. A Europa teima em não reconhecer Jerusalém oriental, a Judeia e Samaria e os Montes Golan como parte integral do território de Israel. 
E o ministro sueco - um dos países mais anti-Israel de toda a Europa - apressou-se a dizer que não está a ver nenhum país europeu a seguir o exemplo dos EUA. 
Para Mogherini, a decisão norte-americana sobre Jerusalém "tem o potencial de nos fazer recuar para tempos ainda mais tenebrosos do que aqueles que estamos a viver hoje."
E, fazendo eco das pretensões europeias, voltou a insistir na utopia de 2 estados lado a lado partilhando a mesma capital, Jerusalém. 
Mas nem todos os 28 estão unidos nesta questão. Há pelo menos já 4 países que defendem uma maior relação com Israel: Grécia, Hungria, Lituânia e República Checa.

Shalom, Israel!



sábado, dezembro 09, 2017

FAZ HOJE PRECISAMENTE 100 ANOS QUE JERUSALÉM FOI LIBERTA DOS TURCOS OTOMANOS COM BASE NUM TEXTO BÍBLICO!

POSTAL DA ÉPOCA, COMPARANDO O "LIBERTADOR" ALLENBY
AO HERÓI JUDEU JUDAS MACABEU
A manhã de 9 de Dezembro de 1917 assistiu a um dos momentos históricos mais identificados com o cumprimento profético do destino de Jerusalém de que há memória: O General Allenby, um cristão devoto estudioso da Bíblia, entrou triunfalmente a pé pela porta de Jaffa, acompanhado do mítico Lourenço da Arábia, após a rendição e saída das tropas turcas pela porta de Estêvão às 7 da manhã.
Completam-se hoje exactamente 100 anos desse esse dia que o conde Ballobar descreveu como "de extraordinária beleza", e em que os judeus festejavam o primeiro dia da festa da Hanukkah, ou a "Festa das Luzes", celebrando a preservação do povo judeu graças à fidelidade do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e a libertação da Cidade santa pelos macabeus.
 
SEM UM ÚNICO TIRO DISPARADO, SEM UMA ÚNICA GOTA DE SANGUE VERTIDA
A tomada de Jerusalém aos turcos otomanos pelo império britânico e que culminou exactamente há 100 anos, foi única em toda a História, uma vez que a Cidade foi conquistada sem que um único tiro fosse disparado ou uma única gota de sangue fosse vertida!
 
ALLENBY ENTRA A PÉ EM JERUSALÉM PELA PORTA DE JAFFA
"JERUSALÉM, A BENDITA"
Mas nada disto aconteceu por acaso. O general Britânico Allenby, que ao serviço de sua majestade o rei Jorge V comandou as tropas que libertaram Jerusalém de 400 anos de domínio turco otomano, era um crente devoto e um profundo estudioso das Escrituras Sagradas. Na manhã de 11 de Dezembro, e após a rendição do presidente da câmara de Jerusalém - o muçulmano Hussein Husseini -  o general inglês Allenby admirado por Lourenço da Arábia como "o gigantesco e alegre general ruivo", que tinha "uma tal grandeza moral que tinha dificuldade em compreender a nossa pequenez, o homem era um verdadeiro ídolo" entrou na Cidade antiga a pé, silenciosamente, sem fanfarra ou tiros de saudação, em sinal de respeito pelo local sagrado, em vez de se apresentar como se esperava montado num cavalo ou dentro de um automóvel. Apenas os sinos da Cidade ecoavam naquela manhã.
 
O general Edmond Allenby subiu depois a uma plataforma de onde leu a sua proclamação acerca de "Jerusalém, a Bendita", que foi depois repetida em 7 línguas, incluindo o hebraico, seguindo-se a entrega formal das chaves da Cidade pelo presidente da câmara. Para os cristãos ali presentes, o momento era profético: "A Palestina tinha sido conquistada por uma nação cristã!"
RENDIÇÃO DOS TURCOS OTOMANOS
ÀS TROPAS INGLESAS
As palavras de Lourenço da Arábia descrevendo o seu encontro com Allenby na porta de Jaffa e descritas no seu livro "Os 7 pilares da sabedoria", não poderiam descrever melhor aqueles momentos: "O encontro na Porta de Jaffa foi para mim o momento supremo da guerra, um momento que, por razões históricas, teve uma importância incomparável com a de qualquer outro."
 
INSPIRADO E GUIADO PELA PALAVRA DE DEUS
O general inglês Edmond Allenby era um crente devoto que lia diariamente a sua Bíblia. À medida que as forças britânicas avançavam, resgatando a Palestina das mãos do império turco otomano, o general sentia da parte de Deus que deveria tomar a Cidade de Jerusalém de forma pacífica.
GENERAL ALLENBY
Não querendo causar quaisquer danos à Cidade santa, o general consultou o rei Jorge V sobre o que deveria fazer, tendo-lhe o rei respondido com um "Ora sobre o assunto."
Allenby acreditava nas profecias bíblicas. Neste dia, o general pediu a Deus como poderia conquistar a Cidade sem a destruir. O Senhor falou-lhe através do texto lido nessa precisa manhã pelos capelães às tropas inglesas, a partir do livro de devoções matinais utilizado pela Igreja de Inglaterra. O texto desse dia era a profecia de Isaías 31:4 e 5:
"Porque assim me disse o Senhor: Como o leão e o leãozinho rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra ele uma multidão de pastores, não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o Senhor dos Exércitos descerá, para pelejar sobre o monte Sião, e sobre o seu outeiro. Como as aves voam, assim o Senhor dos Exércitos amparará a Jerusalém; Ele a amparará, a livrará, passando, a salvará."
Foi essa a estratégia de guerra que lhe foi revelada por Deus. "O que é que isto significa?" - perguntou Allenby a Deus. O Senhor não tardou em dar-lhe a inspiração:
Allenby percebeu no "leão" o símbolo da Grã Bretanha, e no "leãozinho" as tropas aliadas ali presentes (Austrália e Nova Zelândia). Mas Allenby viu algo mais...
 
Em 1917 ainda não havia muitos aviões no mundo. Tomando como base o texto bíblico, Allenby pensou em reunir todos os aviões disponíveis naquela região e trazê-los em voo cerrado sobre Jerusalém. Naquela altura, há 100 anos atrás, muitos dos turcos e árabes residentes em Jerusalém nunca tinham visto um único avião na vida. Allenby tinha mandado encher os aviões com panfletos escritos em árabe: "Rendam a cidade hoje, Allenby." Por uma incrível "coincidência", o tradutor árabe não conseguiu escrever correctamente o nome Allenby, tendo escrito "Alla Nebi", que para os muçulmanos significa "profeta de Alá."
Imagine-se como os turcos e os árabes muçulmanos reagiram ao lerem o "recado" vindo dos céus, oriundo do "profeta de Alá", mandando-os evacuar a cidade...!
Como resultado desta "coincidência", que nada mais é do que a mão de Deus na História, a Cidade santa de Jerusalém foi conquistada sem que um único tiro fosse disparado!
 
E, por "coincidência", exactamente 100 anos depois, Jerusalém voltou ao centro das atenções mundiais, desta vez para afirmar que ela é e sempre será a Capital eterna, una e indivisível da Terra de Israel!
 
Shalom, Israel!
 
 
 
 
 

sexta-feira, dezembro 08, 2017

CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU REÚNE-SE PARA - MAIS UMA VEZ - CONDENAR ISRAEL, MAS NÃO A VIOLÊNCIA PROVOCADA PELOS PALESTINIANOS EM GAZA, JUDEIA E SAMARIA...

Os 8 países membros do Conselho de Segurança da ONU estão neste momento reunidos em Nova Iorque para nada mais fazer do que condenar Israel e a decisão histórica do presidente norte-americano de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e deslocar a respectiva embaixada para capital.

Enquanto a Conselho de Segurança discute mais do mesmo, cerca de 3.000 palestinianos da Faixa de Gaza e nas regiões da Judeia e Samaria manifestam-se de forma violenta, como já era esperado e conforme lhes é habitual. Tal como falou a embaixadora dos EUA nesta reunião, "aqueles que retornam à violência mostram que não querem a paz."
Até ao momento os confrontos palestinianos contra a polícia israelita já provocou 1 morto e cerca de 250 feridos entre os provocadores. Até agora, 2 rockets disparados de Gaza já foram interceptados pelo sistema de defesa israelita "Cúpula de Ferro."
Um pouco por todo o Médio Oriente tem-se assistido a protestos e manifestações contra a decisão do presidente norte-americano. 
O líder do Hamas convocou todos palestinianos para uma "nova Intifada." O líder da Autoridade Palestiniana afirma que a "raiva palestiniana" não vai decrescer: "Nunca voltaremos atrás." Um dos principais clérigos iranianos apelou também à violência palestiniana, jurando inclusivamente "arrasar Tel Aviv."

O que se pode esperar do Conselho de Segurança da ONU? A condenação de Israel e dos EUA. Silêncio em relação à violência já latente em Israel e incitada pelos líderes dos movimentos terroristas e de nações islâmicas um pouco por todo o lado. Felizmente os EUA estão representados neste CS, fazendo segundo se espera o seu direito de veto a toda e qualquer resolução deste desequilibrada e pérfida organização anti-semita...

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 07, 2017

EVANGÉLICOS INFLUENCIARAM DECISIVAMENTE A HISTÓRICA DECISÃO DE DONALD TRUMP EM RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

A História comprova que por detrás da formação do estado de Israel estiveram influentes líderes evangélicos - na maioria ingleses - que interpretavam a Bíblia de forma literal e que por isso entenderam que havia chegado a hora de o Senhor Deus estar a cumprir a Sua promessa de reunir o Seu povo dos "4 cantos da terra", trazendo-os de volta para a Terra da promessa, a herança que Ele, o Soberano Deus, deu como herança a um único povo: os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Não só o grande "profeta" Theodor Herzl teve grandes amigos evangélicos que o influenciaram a "sonhar" com o retorno dos judeus a Israel, como o próprio rei britânico que há precisamente 100 anos assistiu à tomada da então denominada "Palestina" das mãos dos turcos otomanos, ao fim de 400 anos de ocupação, era ele próprio um cristão assumido. 
Daqui a dois dias estaremos comemorando os 100 anos exactos da conquista britânica da Cidade de Jerusalém pelo general Allenby, um devoto crente estudioso da Bíblia e que, naquela manhã histórica, buscou na Palavra de Deus orientação sobre como poderia conquistar a Cidade santa sem que um único tiro fosse disparado ou uma gota de sangue fosse derramada. E assim foi! Desse inesperado "milagre" falaremos daqui a dois dias, se o Eterno Deus nos permitir.
O próprio primeiro-ministro actual de Israel, Benjamin Netanyahu, tem confessado por diversas vezes e em público que Israel não tem melhores amigos do que os cristãos evangélicos. 

INFLUÊNCIA EVANGÉLICA DECISIVA 
E foram mais uma vez os cristãos evangélicos, desta vez os norte-americanos, que influenciaram decisivamente o actual presidente norte-americano Donald Trump na sua histórica e corajosa decisão anunciada ontem, dia 6 de Dezembro de 2017, de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel, passando-se a partir de agora à prometida deslocação da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém.
Como se sabe, a fortíssima comunidade evangélica dos EUA identifica-se maioritariamente com os conservadores israelitas, reconhecendo-se nas raízes comuns: a Bíblia.

Sabe-se que têm havido constantes visitas de cristãos evangélicos conservadores à Casa Branca, tornando a questão de Jerusalém um tema incontornável para o presidente Trump. 
Segundo Johnnie Moore, pastor californiano porta-voz de um conselho de destacados pastores conselheiros da Casa Branca, "tal decisão não teria tido lugar sem eles (os evangélicos)."
"Não tenho quaisquer dúvidas de que os evangélicos desempenharam um papel significativo na decisão" - afirmou o pastor, acrescentando: "Não acredito que tal pudesse ter acontecido sem eles."
Desde há muito que os evangélicos conservadores norte-americanos têm reclamado o formal reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, no cumprimento de uma decisão do Senado em 1995 que decretou a mudança da embaixada para Jerusalém, mas que tem sido constantemente protelada pelos consecutivos presidentes norte-americanos. Com Trump e Pence, as portas abriram-se e a decisão foi finalmente tomada.
Um grupo dirigido pelo ex-candidato presidencial, o evangélico Mike Huckabee, o "My Faith Votes" (A minha fé vota) lançou uma enorme campanha por e-mails, através dos quais os apoiantes pediam ao presidente Donald Trump para reconhecer Jerusalém como capital de Israel. 

Outro grupo denominado "American Christian Leaders for Israel" (Líderes Cristãos Americanos por Israel) enviou uma carta a Donald Trump alertando de que era chegada a hora de mudar a embaixada para Jerusalém: "Estamos profundamente preocupados em que, por cada dia que se vai passando, torna-se cada vez mais difícil mudar a embaixada, e se não o fizer agora, talvez isso nunca venha a acontecer."
Esta carta foi subscrita por 60 influentes pastores, representando cerca de 60 milhões de evangélicos norte-americanos.
O conhecido mediático pastor pró-Israel John Hagee, que visitou o presidente norte-americano há poucas semanas atrás, comentou sobre a histórica decisão que ela tem "importância bíblica, tendo uma precisão absoluta no tempo bíblico."

CRISTÃOS EVANGÉLICOS CELEBRAM

Logo que foi anunciada a decisão da Casa Branca, milhares de cristãos evangélicos pelo mundo fora têm vindo a congratular o presidente Trump e a sua administração, celebrando a histórica e tão ansiada decisão, pela qual muitos têm estado a orar.
Desde a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém, a organizações como a "Proclamando Justiça às Nações" ao enviado especial da ONU ao "Conselho Mundial das Igrejas Cristãs Independentes", muitos têm expressado as suas congratulações ao líderes norte-americanos. 
Milhões de cristãos evangélicos levam a sério a promessa de bênçãos àqueles que amam Israel (Génesis 12:3), e expressam-no orando, defendendo e até visitando fisicamente a Terra de Israel.

A HISTÓRICA DECISÃO DE 6 DE DEZEMBRO DE 2017
"Determinei que esta é a altura de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel. Após mais de duas décadas de adiamentos, não estamos mais perto de um acordo de paz permanente entre Israel e os palestinianos...esta decisão não é mais nem menos do que o reconhecimento da realidade." - Donald Trump
"Jerusalém é a capital do povo judeu, estabelecida em tempos antigos. Jerusalém é hoje o assento do governo de Israel."
E sobre a mudança da embaixada norte-americana para Jerusalém, Trump anunciou: "Estou também orientando o Departamento de Estado para que comece a preparação para deslocar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Isto irá iniciar imediatamente o processo da contratação de arquitectos, engenheiros e outros, para que assim, uma nova embaixada, quando completa, seja um majestoso tributo à paz."

Assim seja. Bem haja, Donald Trump! God bless America!
Shalom, Israel!